A competição estratégica pelo lítio latino-americano: a liderança da China e as respostas dos Estados Unidos e da União Europeia

Autores

DOI:

https://doi.org/10.69895/19327f33

Palavras-chave:

litio, transición energética, revolución tecnológica, China, Estados Unidos, Unión Europea

Resumo

O presente artigo pretende analisar a competição estratégica entre China, Estados Unidos e União Europeia pelo controle da indústria do lítio. A atual liderança chinesa no setor gera tensões com as potenciais ocidentais, que buscam reduzir sua vulnerabilidade e reposicionar suas indústrias-chave através de novas políticas industriais e alianças internacionais. Nesse contexto, a América Latina, com as maiores reservas de diamantes do mundo, torna-se um foco crucial nas licitações sistêmicas. Essa disputa transcende o mero acesso ao recurso e expressa a luta pelo domínio tecnológico da transição energética. Assim, a partir de uma estratégia de caráter qualitativo e baseada na revisão de documentos oficiais, a pesquisa conclui que, enquanto a China avança com uma estratégia de desenvolvimento tecnológico integral e de longo prazo centrada na construção de capacidades nacionais, Os Estados Unidos e a União Europeia desenvolvem respostas principalmente defensivas, orientadas para reduzir sua dependência.

Biografia do Autor

  • Agustín Barberón, Universidad Nacional del Centro de la Provincia de Buenos Aires

    Licenciado en Relaciones Internacionales por la Universidad Nacional del Centro de la Provincia de Buenos Aires (UNICEN). Maestrando en Ciencias Sociales (UNICEN) y doctorando en Ciencia Política por la Universidad Nacional de San Martín. Becario doctoral del CONICET con lugar de trabajo en el Centro de Estudios Interdisciplinarios en Problemáticas Internacionales y Locales (CEIPIL/UNICEN/CIC).

Publicado

2026-06-30

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

A competição estratégica pelo lítio latino-americano: a liderança da China e as respostas dos Estados Unidos e da União Europeia. (2026). TongDao. Revista Latino-Americana De Estudos Da China Contemporânea, 3(1). https://doi.org/10.69895/19327f33